Nada que não fosse previsível. Quer se goste ou não, quer se aceite ou não a Venezuela é um país independente. Com que legitimidade um ditador "trumpista" derruba outro, num país soberano.
Claro que o trumpista ensaiou, assassinando, uma quantidade de pessoas, sob o pretexto de serem narcotraficantes. Ainda que fossem, com que legitimidade, se mandam ao fundo uma série de embarcações e se assassinam pessoas, quando as podiam prender e fazerem um julgamento digno. Mas qual quê!? Perder tempo quando se pode ser executor de uma forma muito rápida. Os líderes mundiais e em especial os europeus o que fizeram?
-Nada! Deixam um louco, trumpista, em roda livre.
Claro que o que o louco do trumpista quer é a riqueza da Venezuela.
Um louco que se diz a favor da paz, a única coisa que sabe promover é a guerra.
Fica claro, para os que ainda não viram que ele é exatamente igual ao outro ditador de que se diz amigo, "Putina".
Não defendo o ditador, ao que parece, ora derrubado, Maduro, defendo a soberania de um povo.
O mundo caminha a passos largos, para só os com poderio serem donos e senhores dos outros.
A nova escravatura da era moderna.
Se, quem nos representa a nível nacional e europeu, não deixam claro a condenação deste acto, derrube de um governo, por uma nação estrangeira, melhor dito, por um louco que se diz ser o mais poderoso do mundo, eu, por mim, deixo claro que condeno veementemente este acto.
Os poderosos só são poderosos se os deixarmos ser.
Parece que, os líderes europeus, andam não perceberam, que a união faz a força.

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