sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Nem tudo corre mal

 

Ontem, 08/01/2026, fui levar o meu filho mais velho, nora e neta, ao aeroporto de Lisboa. Perguntarão, - o que é que isso nos interessa?

- Claro que nada!

Mas, talvez interesse saber que, felizmente, ainda há pessoas empáticas, responsáveis e diligentes nos serviços públios que prestam.

Temos por hábito, eu pecador me confesso, criticarmos, eu critico muito mais do que elogio e devia ser precisamente o contrário. Talvez não o façamos tanto, porque, infelizmente, haja muitos mais motivos para críticas do que para elogios. Ou talvez por deformação educaional e intelectual nossa, nos foquemos muito mais no negativo em vez de nos focarmos no positivo.

Ontem foquei-me muito mais no positivo, embora tenham decorrido muitas situações "negativas" que poderiam levar ao desespero. 

No meio desta negatividade, sempre acreditei que "ia correr tudo bem" e correu... felizmente.

Não querendo focar-me nos acontecimentos  negativos, apenas os vou narrar  para melhor compreensão daquilo que foi um início de ano, digamos menos bom, mas que se vai tornar na força impulsionadora para um ano, que tenho a certeza vai ser ótimo. 

Acontecimentos negativos:

No dia 07/01/2026 o meu filho  e família tinham voo marcado de regresso a Bruxelas. 

Em consequência do mau tempo, o voo foi anulado e marcado para outra companhia aérea para o dia seguinte.

Não satisfeitos com esta anulação e remarcação, acontece que, na primeira marcação tinham voo direto Lisboa/Bruxelas, na segunda foi com transbordo em Madrid. Uma viagem de duas horas e meia, passou para mais de nove horas.

Tinham o despacho de duas malas de porão, na remarcação, apenas permitiam uma, vá-se lá saber porquê...

Conforme reprogrado, e como digo no início, ontem lá vamos a caminho de Lisboa.

Só que, "os maus acontecimentos" ainda não tinham terminado. A carrinha que nos transportava, Peugeot 508, a dois terços do caminho, resolveu dizer, - daqui não ando mais... só se me levarem ao colo. E não andou mesmo...raios partam a merda da carrinha, já me deixou a pé duas ou três vezes...raios partam a merda da eletrónica ...

Resultado, tive de contactar a assistência em viagem. Se há seguros que valham a pena, ele vale.

O aparecimento do reboque, foi rapidíssimo, o aparecimento do táxi, um "pouco mais lentos" e nós, a vermos passar as horas e o táxi sem aparecer... já se desesperava dentro do carro à espera, às 09h30 que já deveríamos estar no aeroporto, ainda aguardávamos a chegada do táxi. O voo era às 11h30.

Acontecimentos positivos:

Finalmente o táxi chegou, já sabíamos que era uma "senhora" a condutora, antes dela chegar, já se dizia que não íamos chegar a horas de se despacharem malas e se fazer o embarque. 

A Senhora condutora chegou às 09h45. Pusemo-la a par da situação que teríamos de estar no aeroporto o mais rápido possível.

A Senhora condutora disse:

- não vos quero desesperar, mas acho que não se vai conseguir estar-se lá a horas...

A minha nora, embora não entenda o português, entendeu o suficiente do que a Senhora condutora disse, chorou...

Ah! Já me esquecia...uma parte "cómica", o meu filho que nem as WC públicas utiliza, eu acho, do que me lembro, nem nunca fez xixi na rua, desta vez, enquanto esperávamos a chegada do táxi, não só fez xixi como também aliviou a calça, se é que me entendem...

Isto foi um aparte...

Retorqui à Senhora condutora

- claro que vamos conseguir chegar lá a horas...

Pusémo-nos a caminho, chegámos ao aeroporto às 10h30. 

Filas enormes, como levávamos uma bebé de dois anos e meio, num carrinho e se tem prioridade, mandaram-nos de uma fila para a outra, que neste caso atrapalhava mais do que adiantava...

No local de despacho da mala que era suposto estar válida, sabíamos que uma, não tinha sido validada, "descobrimos" que bem essa estava válida. Mas, a troco de mais uns euros, conseguiu-se despachar as duas malas. 

Estávamos a cinco minutos das portas de embarque fecharem.

O elogio:

O Senhor que despachou as malas, e porque a porta de embarque estava prestes a fechar, saiu do seu local de atendimento e levou diretamente o meu filho, esposa e filha à porta de embarque. 

Lamento não ter fixado o nome do Senhor, ele "Merecia", no bom sentido, ser referido, o meu pedido de desculpas, mas deixo aqui o meu agradecimento público da empatia, diligência e forma eficaz de contribuir para a resolução de uma situação que sem o seu contributo direto, muito provavelmente o meu filho e família teriam perdido o voo.

O meu agradecimento também à senhora taxista, que tudo fez para chegar o mais rápido possível ao aeroporto, sem o seu contributo também, muito provavelmente não se teria chegado a horas. E fez mais, teve a gentileza de me ter ligado, momentos mais tarde, a perguntar se tinham conseguido embarcar.

São dois exemplos que quero realçar daquilo que nos deve nortear como seres humanos. 

Obrigado a ambos.

Ah! O funcionário "despachante das malas" pertence à TAP.

Nem tudo é "mau" na TAP

O "mau agoiro" ainda continuou no aeroporto de Madrid, mas que também se resolveu. 

Com todas estas peripécias, acredito que o ano de 2026 vai ser ótimo, porque tudo se vai resolver da melhor maneira.



sábado, 3 de janeiro de 2026

Onde andam os líderes europeus?

Nada que não fosse previsível. Quer se goste ou não, quer se aceite ou não a Venezuela é um país independente. Com que legitimidade um ditador "trumpista"  derruba outro, num país soberano. 
Claro que o trumpista ensaiou, assassinando, uma quantidade de pessoas, sob o pretexto de serem narcotraficantes. Ainda que fossem, com que legitimidade, se mandam ao fundo uma série de embarcações e se assassinam pessoas, quando as podiam prender e fazerem um julgamento digno. Mas qual quê!? Perder tempo quando se pode ser executor de uma forma muito rápida. Os líderes mundiais e em especial os europeus o que fizeram? 
-Nada! Deixam um louco, trumpista, em roda livre.
Claro que o que o louco do trumpista quer é a riqueza da Venezuela. 
Um louco que se diz a favor da paz, a única coisa que sabe promover é a guerra.
Fica claro, para os que ainda não viram que ele é exatamente igual ao outro ditador de que se diz amigo, "Putina".
Não defendo o ditador, ao que parece, ora derrubado, Maduro, defendo a soberania de um povo. 
O mundo caminha a passos largos, para só os com poderio serem donos e senhores dos outros. 
A nova escravatura da era moderna.
Se, quem nos representa a nível nacional e europeu, não deixam claro a condenação deste acto, derrube de um governo, por uma nação estrangeira, melhor dito, por um louco que se diz ser o mais poderoso do mundo, eu, por mim, deixo claro que condeno veementemente este acto.
Os poderosos só são poderosos se os deixarmos ser.
Parece que, os líderes europeus, andam não perceberam, que a união faz a força.
 

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Canção de Natal - O Menino Jesus e os Reis Magos

 

No silencio da noite estrelada,

Nasceu o amor, nasceu a luz,

Um menino em sua manjedoura,

Brilhava mais que a própria cruz.

Os pastores com alegria,

Anunciaram a boa nova,

E os Reis Magos em jornada,

Seguiram a estrela que renova.

 

(Refrão)

Oh, menino Jesus, tão querido,

Com os Reis Magos a caminho,

Belchior, Gaspar e Baltazar,

Trazendo presentes, amor e carinho.

Naquela noite de magia,

A esperança renascia,

Em cada coração, a melodia,

Cantando em paz e harmonia 

 

O ouro, o incenso e a mirra,

Símbolos do que viria,

Reis de terras distantes,

Em adoração, se uniriam.

Lágrimas de alegria e fé,

O mundo inteiro, a celebrar,

O nascimento do Salvador,

Que veio para nos amparar.

 

Nota: Estes versos são inéditos e foram  feitos, para, eventualmente, poderem ser cantados pela Tuna da Academia de Santa Clara de Portalegre.

É proibida a sua reprodução sem oa autorização expressa do autor. 

(Refrão)

Oh, menino Jesus, tão querido,

Com os Reis Magos a caminho,

Belchior, Gaspar e Baltazar,

Trazendo presentes, amor e carinho.

Naquela noite de magia,

A esperança renascia,

Em cada coração, a melodia,

Cantando em paz e harmonia

 

 

Neste Natal, lembremos juntos,

Do amor que é essencial,

Como os Reis, que em sua jornada,

Nos mostram o verdadeiro Natal.

 

(Refrão)

Oh, menino Jesus, tão querido,

Com os Reis Magos a caminho,

Belchior, Gaspar e Baltazar,

Trazendo presentes, amor e carinho.

Naquela noite de magia,

A esperança renascia,

Em cada coração, a melodia,

Cantando em paz e harmonia






 

segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Antes que seja tarde demais...


Antes da eleições, no inicio de junho de 2025, a câmara municipal de Portalegre, anunciava a adjudicação, para mostrar serviço, de uma série de obras, entre as quais, a demolição das casa da rua dos Muros de Baixo e requalificação desse mesmo espaço. O prazo de execução da obra era de cento e oitenta dias, seis meses, o que quer dizer que, por esta data, a obra devia estar terminada.
Acontece que, "ainda" falta muito para a mesma estar terminada.
A "desculpa", há sempre uma desculpa, diz a câmara, que o atraso, mais de três meses, de paragem completa da obra, se deve ao parecer tardio, da instituição de Évora que tem a competência para emitir tais pareceres. 
A minha pergunta/dúvida é se o processo de "deitar abaixo as casas", foi submetido atempadamente, antes da adjudicação?, parece-me que não!, mas isso também não interessa nada, para o que quero chamar a atenção da câmara, e, em especial da sua presidente Fermelinda Carvalho.
Conforme se pode ver nas fotos, as casas já foram abaixo, a muralha está "quase" requalificada, e é neste pormenor, o da requalificação da muralha que quero chamar a atenção.
1 - Conforme se pode ver na primeira foto, a muralha suporta uma árvore que está arrebentar a muralha, sendo visível, pedras quase soltas e a caírem. Oxalá um dia próximo, alguém não tenha de ir de urgência para o hospital.
2 - Na segunda foto, a esquina da muralha que separa as faces da mesma, estão em pedra, ou seja, não há nenhum reboco branco.  
3 - Nas terceira e quarta fotos, é a mesma esquina, verifica-se um acentuado reboco de branco. Penso eu, que este reboco foi colocado aquando da construção das casas. Se as casas foram deitadas abaixo, se se está a requalificar a muralha, pergunto, não seria de "bom tom",  e mais estético, retirar este reboco branco e deixá-lo idêntico ao da esquina anterior?
4 - Na quinta foto vê-se um "buraco" na muralha, pergunto eu, é para ficar assim? a muralha no seu original teria aquela reentrância?
5 - Nas sexta e sétima fotos vê-se o reboco branco, que as pessoas que moravam nas casa pintavam à frente das portas. Pergunto, este reboco branco é para ficar?
Antes que os "comentadeiros" venham dizer que a obra ainda não terminou, informo-vos que tive o cuidado de perguntar ao empreiteiro, sobre os reparos que menciono atrás, se vão ficar assim, ao que me foi respondido que sim. Que a obra está a ser executada conforme caderno de encargos. Mau caderno de encargos, digo eu, que não percebo nada disto...
Não faço ideia, se o Instituto de preservação do património, o tal organismo de Évora, não sei se é assim que se chama e também não fui pesquisar, reparou nestes pormenores, e se veio verificar a obra que está sendo feita.
Mas, tenho a certeza de uma coisa, a ficar assim, fica uma boa "cagáda" e grande.
Não gosto!
Já que estamos em época de natal, o que quer dizer, época de prendas, peço à Sra presidente Fermelinda Carvalho que reavalie a cagáda e nos dê o "presente" de melhorar estes pormenores, antes que seja tarde demais.
Já que houve uma "derrapagem" em termos de tempo de execução da obra, junte lá mais uma "derrapagenzita" em termos financeiros e faça a obra como deve ser...
Em alternativa, e na falta da derrapagem financeira, que tal, se o Sr empreiteiro para garbo da sua profissão, desse de presente de natal, aos portalegrenses e visitantes e requalificação adequada à muralha.
Pedir não ofende!...
Feliz Natal para todos os que tiveram a paciência de ler até final.
Para os que não leram, também um feliz natal.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

E parece que não aconteceu nada

Há três dias, (01/12/2025), Sua Exª o Presidente da república, professor Marcelo Rebelo de Sousa, deu entrada no Serviço Nacional de Saúde (SNS), no hospital público São João do Porto, para ser intervencionado a uma hérnia encarcerada. 

Dir-me-ão que nada de anormal, uma vez que, era uma “situação de urgência”.

Verdade que, seria um “caso normal”, se todos os cidadãos que se dirigem ao serviço nacional de saúde (SNS), fossem atendidos com a mesma rapidez e diligencia, com que foi recebido e socorrido, o Sr presidente da república. Infelizmente assim não é, como sabem/sabemos todos os que têm de recorrer ao SNS.

A “ANORMALIDADE” está precisamente nesta diferenciação de critérios, tendo por base, o “estatuto” do precisado.

Dir-me-ão, então deixava-se morrer o “homem”!?

Eu respondo: Faria alguma diferença? Quantos de nós morremos todos os dias às portas dos hospitais e nas ambulâncias. Quantas mulheres parem dentro das ambulâncias, por andarem de um lado para o outro?

Claro que faria diferença. Já imaginaram se ao presidente da república, a um ministro, a um deputado, lhes fossem recusadas as entradas e assistências hospitalares às portass do SNS?

Se um deles morresse, por esta falta de assistência, tenho a certeza, que o SNS seria outro.

Quando se diz que “todos” somos iguais, que não há diferenças, na assistência médica, justiça, etc. pura mentira e hipocrisia como fica demonstrado com este exemplo e muitos outros.

O pior, é que nós aceitamos que a normalidade é esta, uns passarem à frente dos outros, uns podem ser socorridos outros não, e, acreditarmos na mentira e nos deixarmos levar.

Agora, que se está em campanha eleitoral, e que os candidatos, tanto defende um melhor SNS, seria bom, perguntarem-lhes, o que pensam sobre estes “privilégios”?

O Sr presidente da república, veio no dia da alta elogiar o SNS.

Não! devia em primeiro lugar ter recusado “privilégios” e ter-se dirigido a um hospital privado. Ah! Pois, mas aí vinham as críticas desta opção. São as contingências da vida, fazer opções, e arcar com as consequências.

Por outro lado, não devia ter elogiado o SNS, devia sim tê-lo criticado, por este mesmo SNS, fazer diferenciação de utentes. Afinal perante o SNS não somos todos iguais?

A comunicação social não teria aqui uma oportunidade para levantar esta questão?

Para eles e para a maioria de todos nós, “parece que não aconteceu nada”, mas aconteceu, e muito, só que, todos achamos normal que estes casos aconteçam.  

Não, não somos todos iguais. Há diferenciação no socorro conforme o “estatuto”.

Recuso-me a reconhecer que o Sr presidente da república, tenha privilégios que não sejam reconhecidos aos demais cidadãos. 

 

domingo, 9 de novembro de 2025

O telefone toca, Trim...Trim...









O telefone toca, num dia que espero e não chama por mim...
Não, é para ti, alguém te quer falar, Trim...Trim...
Atendes. Oh! Que alegria desvairada, neste corre...corre que não cansa...
Que vontade de falar, não! De gritar, berrar, dizer baixinho, sou feliz.
Que todos saibam, que ninguém oiça, o meu sussurro, o bater sereno do coração, 
Que galopa desenfreadamente como o vento forte, que acaricia, suavemente, 
Os nossos corpos desnudados, num bater ritmado 
Que não dói, mas se sente, o ardor do medo que se pressente, ao ouvir-se um som estridente. 
Afinal é o escuro, a noite, o piar do mocho.
A casa que nos acompanha, que sabe do nosso segredo, 
E silencia, o nosso grito de Alegria e de prazer.


 

quinta-feira, 6 de novembro de 2025

Portalegre e as Cascatas de São Mamede

                                                                                                         

No seio verdejante da serra,
Portalegre canta em tom sereno,
Cascatas dançam, levando a terra,
E o frescor das águas revela o pleno.

Entre rochas e sombras de pinheiros,
A luz filtra a vida que se encerra;
São Mamede, guardiã dos seus ligeiros,
Reflete em seu espelho a paz que berra.

As quedas são melodias encantadas,
Um sussurro que embala o viajante,
Desvelando segredos em cascatas.

E ao caminhar, o tempo é um gigante,
Que num instante eterniza as jornadas,
Portalegre, tesouro radiante.                                                                                                                                                                                                                                                

terça-feira, 28 de outubro de 2025

Isto não é o Bangladesg II

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Isto Não é o Bangladesh: Uma Reflexão Sobre Identidade e Percepção.

A afirmação “Isto não é o Bangladesh” pode parecer, à primeira vista, apenas uma frase simples, mas ela contém uma profundidade que toca em questões de identidade, percepção cultural e até mesmo a responsabilidade social que todos temos. O slogan pode ser visto como um grito por reconhecimento, um apelo para que se olhe além das primeiras impressões e dos estereótipos. Neste texto, vamos explorar as camadas de significado por trás dessa expressão, suas implicações sociais e culturais, bem como a importância de promover uma visão mais abrangente e justa do mundo ao nosso redor.

**O Contexto Internacional e a Identidade Cultural**

Bangladesh é um país rico em cultura e história, com uma herança que remonta a séculos. É um lugar onde a tradição e a modernidade coexistem, onde as cores vibrantes das roupas e a música envolvente são parte do cotidiano. No entanto, muitos ainda têm uma visão reducionista do país, associando-o a problemas econômicos, desastres naturais e pobreza. Essa perspectiva limitada não só desumaniza seus habitantes, mas também ignora as conquistas e a resiliência do povo bangladense.

Ao afirmar que “isto não é o Bangladesh”, o slogan nos convida a refletir sobre como formamos nossas opiniões sobre os outros. Também questiona os preconceitos que podem existir, não só em relação a países, mas também entre grupos e culturas diferentes. É um lembrete para que evitemos generalizações baseadas em estereótipos que muitas vezes são perpetuados pela mídia ou pelo desconhecimento.

**Desmistificando o Estrangeiro**

Um dos principais objetivos desse slogan é desmistificar a ideia de que um país deve ser avaliado unicamente por suas dificuldades. Isso é especialmente pertinente no mundo globalizado de hoje, onde as interações entre culturas se tornaram cada vez mais comuns. Muitas vezes, ao viajar, encontramos realidades que desafiam nossas expectativas. A frase nos incentiva a entender que o desconhecido não deve nos intimidar, mas sim nos inspirar a aprender e a crescer.

Quando dizemos que “isto não é o Bangladesh”, estamos, em última análise, reconhecendo que cada nação, cada cultura, possui sua própria narrativa. E essas narrativas são complexas, multifacetadas e ricas. Explorar essas diferenças é o primeiro passo para a empatia. Ao conhecermos melhor um povo e sua história, podemos construir pontes de entendimento e respeito mútuo.

**Responsabilidade Social e Ação Coletiva**

Além da reflexão sobre identidade e percepção, “Isto não é o Bangladesh” nos leva a considerar nossa responsabilidade social. Vivemos em um mundo interconectado, e a maneira como nos relacionamos com outras culturas e comunidades tem implicações diretas sobre a justiça social e econômica. As desigualdades enfrentadas por muitos países em desenvolvimento, incluindo o próprio Bangladesh, são frequentemente resultado de escolhas feitas em níveis globais.

É fundamental que, ao nos depararmos com a realidade do outro, não apenas reconheçamos suas lutas, mas também apoiemos ações que promovam mudanças reais. Campanhas de conscientização, auxílio humanitário e investimentos em educação e infraestrutura são apenas algumas das maneiras pelas quais podemos contribuir para um mundo mais justo. Portanto, quando pensamos que “isto não é o Bangladesh”, devemos nos perguntar: "Como posso ajudar a melhorar a situação daqueles que vivem em circunstâncias diferentes?".

**A Importância da Narrativa Positiva**

Em um mundo saturado de informações negativas, é essencial destacar e celebrar as conquistas e o potencial das sociedades. Bangladesh, por exemplo, não é apenas um país de desafios; é um exemplo de superação e inovação. Desde avanços na tecnologia até progressos notáveis nas áreas de saúde e educação, o país vem provando que, com dedicação e esforço coletivo, é possível mudar a narrativa.

O slogan pode também servir como um ponto de partida para uma educação mais inclusiva e abrangente. Em vez de focar exclusivamente nas dificuldades, devemos contar as histórias de sucesso que existem por trás das estatísticas. Essas narrativas positivas têm o poder de inspirar pessoas ao redor do mundo, mostrando que há esperança e oportunidades, mesmo nas situações mais complexas.

**Caminhando Juntos em Direção à Diversidade**

Finalmente, “Isto não é o Bangladesh” nos convida a abraçar a diversidade. O reconhecimento das variações culturais e sociais nos ajuda a construir um mundo mais harmonioso, onde diferentes vozes e perspectivas possam ser ouvidas e respeitadas. Quando celebramos nossas diferenças, mudamos a forma como nos relacionamos com o mundo, criando um espaço mais acolhedor e inclusivo.

A diversidade é uma fonte de riqueza. Assim como a biodiversidade é crucial para a saúde do planeta, a diversidade cultural é vital para a saúde da sociedade. Cada cultura traz suas próprias contribuições, e, ao nos unirmos, formamos uma tapeçaria vibrante que enriquece nosso cotidiano. Assim, ao dizermos que “isto não é o Bangladesh”, também estamos afirmando que este lugar é único, assim como cada indivíduo que o habita.

**Conclusão: Além do Slogan**

“Isto não é o Bangladesh” é mais do que um simples slogan. É uma declaração que clama por compreensão, empatia e ação. Ao encorajar a reflexão sobre identidade cultural, responsabilidade social e a celebração da diversidade, essa frase serve como um lembrete poderoso da importância de olharmos além das aparências e dos estereótipos.

Ao final, a verdadeira mensagem contida na frase é que todos nós somos parte de um grande mosaico humano. Cada peça é única, mas, juntas, formam uma imagem rica e complexa. Portanto, que possamos sempre lembrar que, ao conhecer e valorizar as diferenças, estamos contribuindo para um mundo mais justo, inclusivo e harmonioso. Que possamos, então, não apenas reconhecer que “isto não é o Bangladesh”, mas sim entender que, em muitos aspectos, somos todos interligados, e que cada um de nós, independentemente de onde venha, merece ser ouvido e respeitado.

(Nota: o texto está reproduzido exactamento como a "inteligência artificial" o produziu)