No silêncio profundo, a aurora acende,
Na calada da noite se fez liberdade,
Ergue-se o povo em voz que não se rende,
Canta a esperança, brota a igualdade.
Nas ruas ecoa um hino de bravura,
Fraternidade une corações,
Solidariedade pura, na ventura,
Tecendo futuros, com firmes mãos.
O fado triste se transforma em festa,
Cai o véu da opressão, luzes a brilhar,
No peito do povo a esperança resta,
De um tempo novo a florescer e tocar,
No abril que da tirania se liberta,
Vida e justiça começam a pulsar.
(Não tem sido assim, mas há que continuar a ter esperança que um dia será)
Poema original. Não são permitidas reproduções sem fazer referência ao autor

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