Decidi criar este blog "Nem tanto à terra nem tanto ao mar" para iniciar o que me vai no pensamento. Não, não é engano, quero mesmo que se chame assim. Já sei que não se diz assim, mas eu digo como quero, ou não posso? Não? Mas afinal de quem é o blog? É meu, fui eu que o criei, ou foste tu? Esclarecidos? Sim? Ok! então vai chamar-se mesmo "Nem tanto à terra nem tanto ao mar" sim porque eu gosto de ser do contra, ou talvez não, a ver vamos.
quinta-feira, 6 de novembro de 2025
Portalegre e as Cascatas de São Mamede
terça-feira, 28 de outubro de 2025
Isto não é o Bangladesg II
A afirmação “Isto não é o Bangladesh” pode parecer, à primeira vista, apenas uma frase simples, mas ela contém uma profundidade que toca em questões de identidade, percepção cultural e até mesmo a responsabilidade social que todos temos. O slogan pode ser visto como um grito por reconhecimento, um apelo para que se olhe além das primeiras impressões e dos estereótipos. Neste texto, vamos explorar as camadas de significado por trás dessa expressão, suas implicações sociais e culturais, bem como a importância de promover uma visão mais abrangente e justa do mundo ao nosso redor.
**O Contexto Internacional e a Identidade Cultural**
Bangladesh é um país rico em cultura e história, com uma herança que remonta a séculos. É um lugar onde a tradição e a modernidade coexistem, onde as cores vibrantes das roupas e a música envolvente são parte do cotidiano. No entanto, muitos ainda têm uma visão reducionista do país, associando-o a problemas econômicos, desastres naturais e pobreza. Essa perspectiva limitada não só desumaniza seus habitantes, mas também ignora as conquistas e a resiliência do povo bangladense.
Ao afirmar que “isto não é o Bangladesh”, o slogan nos convida a refletir sobre como formamos nossas opiniões sobre os outros. Também questiona os preconceitos que podem existir, não só em relação a países, mas também entre grupos e culturas diferentes. É um lembrete para que evitemos generalizações baseadas em estereótipos que muitas vezes são perpetuados pela mídia ou pelo desconhecimento.
**Desmistificando o Estrangeiro**
Um dos principais objetivos desse slogan é desmistificar a ideia de que um país deve ser avaliado unicamente por suas dificuldades. Isso é especialmente pertinente no mundo globalizado de hoje, onde as interações entre culturas se tornaram cada vez mais comuns. Muitas vezes, ao viajar, encontramos realidades que desafiam nossas expectativas. A frase nos incentiva a entender que o desconhecido não deve nos intimidar, mas sim nos inspirar a aprender e a crescer.
Quando dizemos que “isto não é o Bangladesh”, estamos, em última análise, reconhecendo que cada nação, cada cultura, possui sua própria narrativa. E essas narrativas são complexas, multifacetadas e ricas. Explorar essas diferenças é o primeiro passo para a empatia. Ao conhecermos melhor um povo e sua história, podemos construir pontes de entendimento e respeito mútuo.
**Responsabilidade Social e Ação Coletiva**
Além da reflexão sobre identidade e percepção, “Isto não é o Bangladesh” nos leva a considerar nossa responsabilidade social. Vivemos em um mundo interconectado, e a maneira como nos relacionamos com outras culturas e comunidades tem implicações diretas sobre a justiça social e econômica. As desigualdades enfrentadas por muitos países em desenvolvimento, incluindo o próprio Bangladesh, são frequentemente resultado de escolhas feitas em níveis globais.
É fundamental que, ao nos depararmos com a realidade do outro, não apenas reconheçamos suas lutas, mas também apoiemos ações que promovam mudanças reais. Campanhas de conscientização, auxílio humanitário e investimentos em educação e infraestrutura são apenas algumas das maneiras pelas quais podemos contribuir para um mundo mais justo. Portanto, quando pensamos que “isto não é o Bangladesh”, devemos nos perguntar: "Como posso ajudar a melhorar a situação daqueles que vivem em circunstâncias diferentes?".
**A Importância da Narrativa Positiva**
Em um mundo saturado de informações negativas, é essencial destacar e celebrar as conquistas e o potencial das sociedades. Bangladesh, por exemplo, não é apenas um país de desafios; é um exemplo de superação e inovação. Desde avanços na tecnologia até progressos notáveis nas áreas de saúde e educação, o país vem provando que, com dedicação e esforço coletivo, é possível mudar a narrativa.
O slogan pode também servir como um ponto de partida para uma educação mais inclusiva e abrangente. Em vez de focar exclusivamente nas dificuldades, devemos contar as histórias de sucesso que existem por trás das estatísticas. Essas narrativas positivas têm o poder de inspirar pessoas ao redor do mundo, mostrando que há esperança e oportunidades, mesmo nas situações mais complexas.
**Caminhando Juntos em Direção à Diversidade**
Finalmente, “Isto não é o Bangladesh” nos convida a abraçar a diversidade. O reconhecimento das variações culturais e sociais nos ajuda a construir um mundo mais harmonioso, onde diferentes vozes e perspectivas possam ser ouvidas e respeitadas. Quando celebramos nossas diferenças, mudamos a forma como nos relacionamos com o mundo, criando um espaço mais acolhedor e inclusivo.
A diversidade é uma fonte de riqueza. Assim como a biodiversidade é crucial para a saúde do planeta, a diversidade cultural é vital para a saúde da sociedade. Cada cultura traz suas próprias contribuições, e, ao nos unirmos, formamos uma tapeçaria vibrante que enriquece nosso cotidiano. Assim, ao dizermos que “isto não é o Bangladesh”, também estamos afirmando que este lugar é único, assim como cada indivíduo que o habita.
**Conclusão: Além do Slogan**
“Isto não é o Bangladesh” é mais do que um simples slogan. É uma declaração que clama por compreensão, empatia e ação. Ao encorajar a reflexão sobre identidade cultural, responsabilidade social e a celebração da diversidade, essa frase serve como um lembrete poderoso da importância de olharmos além das aparências e dos estereótipos.
Ao final, a verdadeira mensagem contida na frase é que todos nós somos parte de um grande mosaico humano. Cada peça é única, mas, juntas, formam uma imagem rica e complexa. Portanto, que possamos sempre lembrar que, ao conhecer e valorizar as diferenças, estamos contribuindo para um mundo mais justo, inclusivo e harmonioso. Que possamos, então, não apenas reconhecer que “isto não é o Bangladesh”, mas sim entender que, em muitos aspectos, somos todos interligados, e que cada um de nós, independentemente de onde venha, merece ser ouvido e respeitado.
Isto não é o Bangladesh!
segunda-feira, 25 de agosto de 2025
A caganeira que por cá vai
sábado, 23 de agosto de 2025
A campanha eleitoral já começou!?
A campanha eleitoral já começou!?. Pelo menos, já estamos a assistir à digladiação de argumentos.
Quais dos dois últimos mandatos fez mais, ou fez menos.
O argumento dos apoiantes e candidatos do mandato anterior (Dra Adelaide Teixeira) e actual candidato, Ricardo Romão, é o de que, o anterior mandato, reduziu a dívida, e deu origem a diversos projectos, já em fase de conclusão, e alguns iniciados. Argumentam ainda que, o actual executivo, "apenas se limitou" a dar continuidade e executar/concluir, esses mesmos projectos.
Os argumentos dos apoiantes do actual executivo, são os de entenderem, que não há "mal nenhum", em dar continuidades a esses mesmos projectos.
Claro que não há mal nenhum em dar continuidade a esses projectos, o contrário, isso sim, é que seria de criticar e até de responsabilizar o actual executivo, pela sua não execução.
O "problema" a meu ver, é o do actual executivo, ( Fermelinda Carvalho) não reconhecer, e até, o não ter convidado a presidente anterior, para a seu lado, fazerem as inaugurações, às conclusões dos projectos por esta iniciados ( Dra Adelaide Teixeira). Afinal as "obras" pertencem às duas.
Seria bonito, empático (palavra em moda) este convite.
Seria que a Sra engenheira Fermelinda Carvalho se sentia a "medo", inferiorizada, constrangida ou "ciumenta" com a presença da Dra Adelaide Teixeira. Ou seria/será, para nos iludir e ficarmos com a impressão/convencimento que, tais projectos, foram/são da sua iniciativa e conclusão?
Enquanto andarmos nesta "ciumeira", Portalegre, não evolui, não progride, não se estabeliza. Quando todos devíamos remar para o mesmo objectivo, fazer de Portalegre a cidade industrial que já foi, vamos ficando cada vez mais pobres, mais tacanhos, mais isolados. Ah! e não me venham com a desculpa, da autoestrada ou da estação mais perto da cidade. Todos sabemos que isso vai ser no dia de, "São nunca à tarde", como quase a barragem do pisão e do quartel da GNR.
Claro que, nesta campanha, vamos voltar a ouvir tudo isso de novo, "toca o disco e volta ao mesmo".
Mudem de disco, já é tempo. Por mais bonita que a música seja, ouvir sempre a mesma, CANSA.
Sinto-me à vontade para fazer, ou levantar tais dúvidas, até porque, a seu tempo, e sempre que achei oportuno, critiquei ou elogiei a anterior presidente.
Para esclarecimentos de todos nós, portalegrenses de nascimento ou do "coração", lanço o desafio aos candidatos do Clip, para discriminar todos os projectos que lançaram e deixaram em fase de conclusão e que a actual presidente, concluiu e inaugurou.
À actual presidente e candidata, que elenque, os projetos que foram totalmente por si projectados e concluídos.
E os outros candidatos, não têm nada a dizer? É hora. O comboio já está em andamento...ou entram agora, ou, quando entrarem já é tarde, nem na estação seguinte o apanharão...
quarta-feira, 11 de junho de 2025
Qual é a sua raça/Raça Pura
quarta-feira, 21 de maio de 2025
Bater no ceguinho
Não sei
por onde vou, só sei que não vou por aí.
(José Régio)
Já
todos, ou quase todos, deram a sua opinião sobre o resultado das eleições.
Os
“espert” em sondagens, vaticínios e comentadores declaram-se surpreendidos com
os resultados, quando dizem eles, diziam, o André Ventura perdeu todos os
debates. Como não sou “espert” em coisa nenhuma, não faço prognósticos nem vaticínios,
apenas recomendo aos espert, e a todos, não abram os olhos não!
Não
vou fazer uma análise sociológica, porque não tenho gabarito para isso, mas um
bom técnico nesta área, podia e devia, sem partidarismo, com total isenção, o
que será difícil certamente, fazer um estudo sobre o que se está a passar. Causas e consequências.
Agora,
na ressaca, é a minha vez. Não vou bater no ceguinho, no trambolhão do Partido
Socialista (PS). Pudera! Ceguinho, tem mais probabilidades de trambolhar. Foi o
que aconteceu, a ver se o/a próximo/a líder abre os olhos. Melhor dito, enxerga.
Ceguinho tem os olhos abertos, mas não enxerga.
O
mesmo se pode dizer da Aliança Democrática (AD), ou melhor do Luís Montenegro,
não queiras abrir os olhos não! “Tu”, para além de ceguinho, andas de olhos
fechados.
Provavelmente
vão ter de socorrer-se de cirurgiões “espert” em abrir olhos.
Convenhamos
que, o André Ventura diz o que todos dizemos de boca fechada, descobriu o filão
e não o larga de modo nenhum.
Os
comentadores e os “opinistas”, como eu, que agora se manifestam CHEGA, embora ainda de
cara tapada, para justificarem a “sempre subida” de André Ventura, dizem que os
outros, e, estes outros, são os restantes partidos, e os que não votaram Chega, os que não acreditam em milagres, andam borradinhos.
- É
mesmo para andar borradinho!
- É
mesmo para andar com medo!
- O
medo evita que façamos loucuras.
- Eu
começo a estar com medo!
O
André Ventura e seus acólitos, não são o que parecem ou dizem ser. Um católico! será! que diz que desta vez não vai ouvir a palavra de Deus. Será que vai ouvir a do diabo? Ou já ouviu?
Embora
nunca tenha sido militante, já dei a cara por este partido, quando todos sentiam
medo ou repulsa de serem conotados “Chega”.
Felizmente,
abri os olhos e enxerguei a tempo.
Não
senti medo na altura, mas sinto agora, e muito.
O
perigo não é só André ventura ou o partido Chega, são todos os que só veem o
seu umbigo e alimentam o seu ego.
-
Sou pela liberdade! A todos os níveis.
-
Sou pela segurança individual e colectiva.
-
Sou pela educação e cidadania
-
Sou pela justiça. Justa!
-
Sou pela saúde.
-
Sou pelo Estado Social. Justo!
Temo,
temo mesmo, que muito em breve, tudo o que tínhamos (temos) como adquirido
venhamos a perder.
Que o medo se
instale em todos nós,
é a única forma de se evitar “experiências” e de se cometerem loucuras, como as
que acabámos de assistir.
Os
ceguinhos que abram os olhos ou deem as mãos e caminhem juntos, para darem a
este PORTUGAL a GRANDEZA DE OUTRORA.
É Possível, só depende
de nós.
sexta-feira, 25 de abril de 2025
O nosso mundo - Liberdade?
(hoje apeteceu-me fazer este escrito, já há muito tempo não
escrevia nada. Quero deixar o meu testemunho de “ainda” me sentir livre)
Hoje, no dia que, Portugal
comemora o vinte e cinco de abril de mil novecentos e setenta e quatro, já lá
vão cinquenta e um anos, como o dia da liberdade e da democracia, não podemos
esquecer que na europa se trava uma guerra, há mais de três anos, motivada pela
cobiça e desvario de um homem,
“Putin”, que não hesita em sacrificar os seus concidadãos, (russos), os do país
invadido (ucranianos), e outros que para lá (guerra) foram/são enviados
(norte-coreanos), por outro louco (Kim Jong-Un).
O “nosso mundo”, de há uns tempos a esta parte, está a ser
“invadido”/dirigido por LOUCOS.
Uns são eleitos, sob o disfarce
de democracia, realizam eleições, que de sérias e livres, têm muito pouco, ou
nada. Caso das recentes eleições na Rússia, Estados Unidos da América e da
China. Apenas refiro estes três por serem os maiores e mais emblemáticos, mas
há outros, infelizmente.
Em Portugal, realizam-se eleições
quase anualmente, é votado com maioria, não tem de ser forçosamente maioria
absoluta, um determinado partido, nestas últimas eleições, a coligação AD
(Aliança democrática) composta pelos partidos PSD, CDS, e Monárquicos. Foi
indigitado o primeiro ministro para governar (Luís Montenegro).
A oposição, (restantes partidos)
não satisfeitos com a governação, porque acham que fazem melhor, mas, quando lá
estão, fazem o mesmo ou pior, há falta de melhor, criam casos e casinhos para
derrubar o governo.
- Mas que oposição é esta?
- Mas que democracia é esta?
Eu que sou um leigo nestas
matérias, penso! Não seria suposto que, quem vence as eleições cumprisse o
mandato até final? Para o qual foram mandatados pela maioria de eleitores, e em
muitas eleições, não a maioria dos portugueses, porque são coisas bem
diferentes.
- Não! em democracia, e em
Portugal, para o bem ou para o mal, não governa que vence as eleições. Exemplos
recentes em que um partido, (PS), não tendo a maioria de votos, criou/inventou “uma geringonça”, e com
isso foi governo.
Agora, não se criou uma
geringonça, mas os “geringonços”/opositores, apressaram-se a acabar com a
“festa”. E, é esta a democracia e a liberdade que se vive em Portugal.
Noutras paragens, recentemente,
foi eleito outro louco, criminosos, (Trump) condenado pelos tribunais do seu
país.
A verdade é que não enganou
ninguém, disse claramente ao que vinha, nisso está inocente…os culpados são os
americanos, que sabendo ao que ele vinha, lhe deram o voto, para ele pôr e
dispor a seu belo prazer. Então, temos o mando e desmando contínuos. Taxas
comerciais super loucas, acordos e desarcordos para a paz. Governo do país nas
redes sociais.
- Diz o “homenzinho” que, com ele
a guerra na Ucrânia nunca teria começado.
- Diz o “homenzinho” que uma vez
eleito, acabaria com a guerra em vinte e quatro horas.
- Diz o “homenzinho” que para
isso bastaria um simples telefonema.
Até este momento, já passaram
duas mil duzentas e oitenta horas (2280), certamente já fez imensos
telefonemas, para além das muitas reuniões.
- já acabou com a guerra?
Para acabar com a guerra, diz,
tem de haver negociação. Mas, nesta negociação toma os interesses do agressor.
Diz que o “culpado” é o agredido
(Zelenky) com quem é difícil negociar.
Para ter a noção do que é a
negociação proposta, e o que é pedido ao povo ucraniano e ao seu presidente, por
estes ditadores, imagine, fazer o seguinte exercício de raciocínio:
- imagine que a sua casa é
invadida por criminosos, alegando que outrora eles, ou os seus antepassados,
pais, avós etc. já viveram nessa casa e que já lhes pertenceu;
- imagine que responde à
agressão, tentando expulsá-los. Mas eles, por serem mais corpulentos e possuírem
armas que não possui, não consegue expulsá-los;
- pede ajuda aos vizinhos e
amigos, estes a “medo” ou por interesses não confessos, dão-lhe a ajuda às
pinguinhas, proibindo-o de as usar eficazmente não só na defesa, mas sobretudo
no ataque;
- esta luta, comprovando a sua
audácia, resistência, coragem e morte, vai-se arrastando no tempo;
- entretanto, um dos amigos é substituído
por outro, com forte inclinação para o lado dos invasores;
- alegando, já haver muitas
mortes, mas o interesse é outro, é o de repartir o espólio, propõe um acordo, para que os invasores saiam de casa você tem
de lhes dar uma parte da casa, a cozinha, a televisão, o frigorifico e o fogão.
É esta a negociação.
O que você fazia?
A única negociação possível e
justa, era que os vizinhos e amigos se juntassem, dando um prazo de vinte e
quatro horas para saírem com o seu pé, como entraram, ou saírem dentro de um
caixão. Para não terem hipóteses de voltarem a entrar sem autorização.
Tenho ouvido muitos comentadores
a defenderem a negociação, mas que negociação é essa em que se pede que o
agredido ceda em tudo e o agressor triunfe nos seus objectivos.
Nesta guerra e noutras, há apenas
uma negociação possível:
- Exigir, a bem ou a mal, que o
agressor se retire dos territórios invadidos;
- que reponha, a suas expensas,
todos os danos materiais que provocou, já que não pode repor as vidas que
assassinou.
Ainda bem que os ucranianos têm
um Zelenky.
Infelizmente, vai ter que ceder,
nos territórios ocupados, por um invasor.
- Infelizmente, vai ter que ceder
nos contratos das terras raras e outros.
-Infelizmente, a Ucrânia vai
deixar de ser país soberano e livre.
Se não estivermos atentos aos
ditadores, que, sob a capa da democracia e liberdade são eleitos, breve, muito
brevemente , o “nosso mundo” vai deixar de ser livre.
Oxalá esteja enganado.
Vinte e cinco de abril, SEMPRE!
sábado, 18 de maio de 2024
Democracia a funcionar/Liberdade de expressão
Há algum tempo que não faço nenhuma publicação, não por falta de temas, que esses, têm havido muitos. Talvez por preguiça, talvez por falta de interesse em me pronunciar ou talvez como é sabido por aquele que me “seguem” mais de perto, tenho andado noutros interesses, já que, de vez em quando é preciso diversificar, para não nos cansarmos.
Ontem (17/05/2024) André Ventura propôs na Assembleia da
República, (AR) que se abrisse um processo crime contra o presidente da
república, pelos crimes de traição à pátria, entre outros, proposta essa que
foi rejeitada pela assembleia, sabendo de antemão, já que é jurista, doutor em
leis, e como ele mesmo reconheceu em entrevista, antes de apresentar tal
proposta que, a “discussão” apresentada pelo presidente da república, não
configurava tais crimes. Dizia que tinha pareceres que “defendiam” o
cometimento de crimes por parte do presidente da república, mas, não apresentou
nenhum. Há uma nítida má fé e vontade de denegrir a imagem do PR e difamá-lo.
Eu não imagino sequer onde o Sr presidente da república foi “buscar”
tão brilhante e imaginativa ideia. Será que ele se sente devedor de alguma
coisa? Ou o pai dele enquanto governador de Moçambique. Será que o pai dele,
trouxe, (roubou) os pretos? Então que pague do seu bolso e devolva o que não
lhe pertence.
Eu enquanto português
não me sinto devedor de coisíssima nenhuma.
O Sr presidente da república parece esquecer factos
históricos relevantes, as ex. colónias ultramarinas, incluído o Brasil, Timor, Índia (Goa, Damão e Diu), Macau, à data dos acontecimentos eram território
português, logo tudo o que possa ter vindo de lá e lá ter ficado, era
português.
- Ah! E a escravidão? – a escravidão, era infelizmente, um “comércio” como era o ouro, as
especiarias, etc.
Porque é que temos de ser nós, hoje, ou os nossos filhos a
pagarem por o que era tido como a normalidade?
Não! não me sinto culpado de coisíssima nenhuma, por isso,
não me sinto na obrigação, enquanto português, de pagar ou devolver o quer que
seja. Considero que foi mais um delírio
do “nosso” presidente da república.
Como foi dito pelo Miguel Sousa Tavares na 5ª coluna o que o
André Ventura fez foi uma denúncia caluniosa sendo crime público independentemente
da pessoa, sendo neste caso o presidente da república ainda se torna mais grave.
Sendo crime público, não carece de queixa, então do que está à espera o
ministério público, para iniciar um processo crime contra André Ventura?
Verdade que o presidente da república também
desvalorizou/desvaloriza a “proposta” de André Ventura, dizendo é a “democracia a funcionar”.
Já diz o ditado: - “Quem não se sente, não é filho de boa
gente”.
Estas “gentes” não são de facto, filhos de boa gente. Nem a
dignidade, nem a honra defendem.
Também ontem, o André Ventura, na assembleia da república,
chamou de preguiçosos os turcos. Caiu o santo e a trindade, todos se levantaram
e puseram as mãos a deus. O “deus”,
presidente da assembleia da república, desvalorizou e perdoou o “pecado”, chamando-lhe “liberdade de expressão”, e que ele não
é sensor. Afinal, a (AR) está em sintonia com a santa madre igreja e o santo
padre. Aqui cabem todos, todos, todos. Amém! .
Os “santos”, continuam
a não acreditar que na AR, cabem todos, todos, todos, por mais que pequem.
Já ouvi coisas bem piores, “nesta igreja” (AR) e ainda não vi
nenhum expulso.
quarta-feira, 6 de março de 2024
Política
A política sem risco é uma chatice, mas sem ética é uma vergonha.
(Sá Carneiro)
Por estas alturas todos defendem os “interesses” dos trabalhadores, dos que nada fazem, dos jovens, dos
menos jovens, dos velhos, prometendo-lhes mundos e fundos. Promessas que logo,
logo esquecem, porque sabem que a maioria delas, são isso mesmo, PROMESSAS.
Se estes políticos de hoje, tivessem aprendido alguma coisa,
teriam aprendido que “promessa é divida”
e as dívidas pagam-se. Bom! Talvez não seja assim, eu é que devo ter aprendido
errado, Um “nosso” ex. primeiro ministro – José Sócrates, afirmou que as
dívidas não são para pagar, “gerem-se”, então é isso as “promessas/dividas” que
eles nos fazem são apenas para gerir… nós, os da minha geração, se tivéssemos
tomates, exigiríamos esse pagamento, e não essa “gestão”, engano, na minha
percepção, mas, à boa moda portuguesa deixamos andar…gostamos de ser enganados,
acho que a maioria até se diverte com isso…até dança em jantares comícios.
Há no espectro político, um partido atirado pelos outros para
os antípodas que dá pelo nome de Chega. De facto este partido, melhor dizendo o
seu líder, tem dito tudo e o seu contrário, tem defendido tudo e o seu contrário,
o que revela uma falta de ideologia politica programática a longo prazo.
Senão vejamos:
- Diz que quer mudar Portugal;
- Diz que é contra a corrupção;
- Diz que é contra os subsídio-dependentes;
Estes são apenas uns exemplos. Como é que alguém quer mudar
Portugal, quer acabar com a corrupção, e socorre-se ou recorre aos mesmos de
sempre, aos ex. PS, CDS, PSD, inclusive PCP, BE, ou seja, foi buscar “socorristas”
aos outros partidos. Será que estes “socorristas” no Chega viraram pessoas idóneas?.
Hummm! Não me parece…apenas querem continuar a defender os
seus próprios interesses, os seus tachos, claro que não vai haver lume para
aquecer tantos tachos, mas, alguns aquecerão…
É contra os subsídio-dependentes, mas o partido Chega e os
outros, não são subsídio-dependentes?
Quanto ganham hoje por cada voto? Assim não admira que façam
tudo para nos convencerem a ir votar, é mais um dinheirinho que lhes cai no
bolso…fazendo pouco ou quase nada...basta "enganar" o povo.
O líder do chega, já disse cobras e lagartos sobre os outros
partidos, especialmente daquele que se sente mais próximo, PSD, nesta votação
AD.
Mérito ao Paulo Portas que conseguiu convencer o líder do PSD
a juntar os caixões dos CDS e PM para deste modo, embora mortos, ainda há que
não tenha reparado, juntar mais umas flores, quer dizer mais uns euros/votos a
estes partidos, e conseguir eleger uns deputados que de outro modo, já nem
sabiam onde ficava a Assembleia da Republica.
Mas, pasme-se, o líder do Chega que quer mudar Portugal, que
quer acabar com a corrupção etc. etc. quer fazer parte do governo com a AD.
Hamm! Então em que ficamos é para mudar ou ficar tudo na
mesma?
E o líder do PSD que até agora tem dito que não fará nenhum
acordo de governação com o Chega, será que vai cumprir a “promessa”?
Cá por mim, tudo vai depender da quantidade de deputados que
o Chega eleger.
Cá por mim, se ele não eleger uma maioria governativa, lá vai
ter que engolir o “sapo” e esquecer a promessa.
Todos eles estão ávidos de poder. A política e o poder são inebriantes.
É a política Sr! É a politica!
A política sem risco é uma chatice, mas sem ética é uma
vergonha.
Os políticos sabem o que é ética?























