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No
silencio da noite estrelada, Nasceu
o amor, nasceu a luz, Um
menino em sua manjedoura, Brilhava
mais que a própria cruz. Os
pastores com alegria, Anunciaram
a boa nova, E
os Reis Magos em jornada, Seguiram
a estrela que renova.
(Refrão) Oh, menino Jesus,
tão querido, Com os Reis
Magos a caminho, Belchior,
Gaspar e Baltazar, Trazendo
presentes, amor e carinho. Naquela noite
de magia, A esperança
renascia, Em cada
coração, a melodia, Cantando em paz e harmonia
O
ouro, o incenso e a mirra, Símbolos
do que viria, Reis
de terras distantes, Em
adoração, se uniriam. Lágrimas
de alegria e fé, O
mundo inteiro, a celebrar, O
nascimento do Salvador, Que
veio para nos amparar.
Nota: Estes versos são inéditos e foram feitos, para, eventualmente, poderem ser cantados pela Tuna da Academia de Santa Clara de Portalegre. É proibida a sua reprodução sem oa autorização expressa do autor. |
(Refrão) Oh, menino
Jesus, tão querido, Com os Reis
Magos a caminho, Belchior,
Gaspar e Baltazar, Trazendo
presentes, amor e carinho. Naquela noite
de magia, A esperança
renascia, Em cada
coração, a melodia, Cantando em paz e harmonia
Neste
Natal, lembremos juntos, Do
amor que é essencial, Como
os Reis, que em sua jornada, Nos
mostram o verdadeiro Natal.
(Refrão) Oh, menino
Jesus, tão querido, Com os Reis
Magos a caminho, Belchior,
Gaspar e Baltazar, Trazendo
presentes, amor e carinho. Naquela noite
de magia, A esperança renascia, Em cada
coração, a melodia, Cantando em paz e harmonia |
Decidi criar este blog "Nem tanto à terra nem tanto ao mar" para iniciar o que me vai no pensamento. Não, não é engano, quero mesmo que se chame assim. Já sei que não se diz assim, mas eu digo como quero, ou não posso? Não? Mas afinal de quem é o blog? É meu, fui eu que o criei, ou foste tu? Esclarecidos? Sim? Ok! então vai chamar-se mesmo "Nem tanto à terra nem tanto ao mar" sim porque eu gosto de ser do contra, ou talvez não, a ver vamos.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2025
Canção de Natal - O Menino Jesus e os Reis Magos
segunda-feira, 15 de dezembro de 2025
Antes que seja tarde demais...
quinta-feira, 4 de dezembro de 2025
E parece que não aconteceu nada
Há três dias,
(01/12/2025), Sua Exª o Presidente da república, professor Marcelo Rebelo de
Sousa, deu entrada no Serviço Nacional de Saúde (SNS), no hospital público São
João do Porto, para ser intervencionado a uma hérnia encarcerada.
Dir-me-ão que nada de
anormal, uma vez que, era uma “situação de urgência”.
Verdade que, seria um “caso normal”, se todos os cidadãos que se dirigem ao serviço nacional de
saúde (SNS), fossem atendidos com a mesma rapidez e diligencia, com que foi
recebido e socorrido, o Sr presidente da república. Infelizmente assim não é,
como sabem/sabemos todos os que têm de recorrer ao SNS.
A “ANORMALIDADE” está
precisamente nesta diferenciação de critérios, tendo por base, o “estatuto” do precisado.
Dir-me-ão, então
deixava-se morrer o “homem”!?
Eu respondo: Faria
alguma diferença? Quantos de nós morremos todos os dias às portas dos hospitais
e nas ambulâncias. Quantas mulheres parem dentro das ambulâncias, por andarem
de um lado para o outro?
Claro que faria
diferença. Já imaginaram se ao presidente da república, a um ministro, a um
deputado, lhes fossem recusadas as entradas e assistências hospitalares às
portass do SNS?
Se um deles morresse,
por esta falta de assistência, tenho a certeza, que o SNS seria outro.
Quando se diz que
“todos” somos iguais, que não há diferenças, na assistência médica, justiça,
etc. pura mentira e hipocrisia como fica demonstrado com este exemplo e muitos
outros.
O pior, é que nós aceitamos
que a normalidade é esta, uns
passarem à frente dos outros, uns podem ser socorridos outros não, e, acreditarmos
na mentira e nos deixarmos levar.
Agora, que se está em
campanha eleitoral, e que os candidatos, tanto defende um melhor SNS, seria
bom, perguntarem-lhes, o que pensam sobre estes “privilégios”?
O Sr presidente da
república, veio no dia da alta elogiar o SNS.
Não! devia em primeiro
lugar ter recusado “privilégios” e ter-se dirigido a um hospital privado. Ah! Pois,
mas aí vinham as críticas desta opção. São as contingências da vida, fazer
opções, e arcar com as consequências.
Por outro lado, não
devia ter elogiado o SNS, devia sim tê-lo criticado, por este mesmo SNS, fazer diferenciação
de utentes. Afinal perante o SNS não somos todos iguais?
A comunicação social não teria
aqui uma oportunidade para levantar esta questão?
Para eles e para a
maioria de todos nós, “parece que não aconteceu
nada”, mas aconteceu, e muito, só que, todos achamos normal que estes casos
aconteçam.
Não, não somos todos
iguais. Há diferenciação no socorro conforme o “estatuto”.
Recuso-me a reconhecer
que o Sr presidente da república, tenha privilégios que não sejam reconhecidos
aos demais cidadãos.
domingo, 9 de novembro de 2025
O telefone toca, Trim...Trim...
quinta-feira, 6 de novembro de 2025
Portalegre e as Cascatas de São Mamede
terça-feira, 28 de outubro de 2025
Isto não é o Bangladesg II
A afirmação “Isto não é o Bangladesh” pode parecer, à primeira vista, apenas uma frase simples, mas ela contém uma profundidade que toca em questões de identidade, percepção cultural e até mesmo a responsabilidade social que todos temos. O slogan pode ser visto como um grito por reconhecimento, um apelo para que se olhe além das primeiras impressões e dos estereótipos. Neste texto, vamos explorar as camadas de significado por trás dessa expressão, suas implicações sociais e culturais, bem como a importância de promover uma visão mais abrangente e justa do mundo ao nosso redor.
**O Contexto Internacional e a Identidade Cultural**
Bangladesh é um país rico em cultura e história, com uma herança que remonta a séculos. É um lugar onde a tradição e a modernidade coexistem, onde as cores vibrantes das roupas e a música envolvente são parte do cotidiano. No entanto, muitos ainda têm uma visão reducionista do país, associando-o a problemas econômicos, desastres naturais e pobreza. Essa perspectiva limitada não só desumaniza seus habitantes, mas também ignora as conquistas e a resiliência do povo bangladense.
Ao afirmar que “isto não é o Bangladesh”, o slogan nos convida a refletir sobre como formamos nossas opiniões sobre os outros. Também questiona os preconceitos que podem existir, não só em relação a países, mas também entre grupos e culturas diferentes. É um lembrete para que evitemos generalizações baseadas em estereótipos que muitas vezes são perpetuados pela mídia ou pelo desconhecimento.
**Desmistificando o Estrangeiro**
Um dos principais objetivos desse slogan é desmistificar a ideia de que um país deve ser avaliado unicamente por suas dificuldades. Isso é especialmente pertinente no mundo globalizado de hoje, onde as interações entre culturas se tornaram cada vez mais comuns. Muitas vezes, ao viajar, encontramos realidades que desafiam nossas expectativas. A frase nos incentiva a entender que o desconhecido não deve nos intimidar, mas sim nos inspirar a aprender e a crescer.
Quando dizemos que “isto não é o Bangladesh”, estamos, em última análise, reconhecendo que cada nação, cada cultura, possui sua própria narrativa. E essas narrativas são complexas, multifacetadas e ricas. Explorar essas diferenças é o primeiro passo para a empatia. Ao conhecermos melhor um povo e sua história, podemos construir pontes de entendimento e respeito mútuo.
**Responsabilidade Social e Ação Coletiva**
Além da reflexão sobre identidade e percepção, “Isto não é o Bangladesh” nos leva a considerar nossa responsabilidade social. Vivemos em um mundo interconectado, e a maneira como nos relacionamos com outras culturas e comunidades tem implicações diretas sobre a justiça social e econômica. As desigualdades enfrentadas por muitos países em desenvolvimento, incluindo o próprio Bangladesh, são frequentemente resultado de escolhas feitas em níveis globais.
É fundamental que, ao nos depararmos com a realidade do outro, não apenas reconheçamos suas lutas, mas também apoiemos ações que promovam mudanças reais. Campanhas de conscientização, auxílio humanitário e investimentos em educação e infraestrutura são apenas algumas das maneiras pelas quais podemos contribuir para um mundo mais justo. Portanto, quando pensamos que “isto não é o Bangladesh”, devemos nos perguntar: "Como posso ajudar a melhorar a situação daqueles que vivem em circunstâncias diferentes?".
**A Importância da Narrativa Positiva**
Em um mundo saturado de informações negativas, é essencial destacar e celebrar as conquistas e o potencial das sociedades. Bangladesh, por exemplo, não é apenas um país de desafios; é um exemplo de superação e inovação. Desde avanços na tecnologia até progressos notáveis nas áreas de saúde e educação, o país vem provando que, com dedicação e esforço coletivo, é possível mudar a narrativa.
O slogan pode também servir como um ponto de partida para uma educação mais inclusiva e abrangente. Em vez de focar exclusivamente nas dificuldades, devemos contar as histórias de sucesso que existem por trás das estatísticas. Essas narrativas positivas têm o poder de inspirar pessoas ao redor do mundo, mostrando que há esperança e oportunidades, mesmo nas situações mais complexas.
**Caminhando Juntos em Direção à Diversidade**
Finalmente, “Isto não é o Bangladesh” nos convida a abraçar a diversidade. O reconhecimento das variações culturais e sociais nos ajuda a construir um mundo mais harmonioso, onde diferentes vozes e perspectivas possam ser ouvidas e respeitadas. Quando celebramos nossas diferenças, mudamos a forma como nos relacionamos com o mundo, criando um espaço mais acolhedor e inclusivo.
A diversidade é uma fonte de riqueza. Assim como a biodiversidade é crucial para a saúde do planeta, a diversidade cultural é vital para a saúde da sociedade. Cada cultura traz suas próprias contribuições, e, ao nos unirmos, formamos uma tapeçaria vibrante que enriquece nosso cotidiano. Assim, ao dizermos que “isto não é o Bangladesh”, também estamos afirmando que este lugar é único, assim como cada indivíduo que o habita.
**Conclusão: Além do Slogan**
“Isto não é o Bangladesh” é mais do que um simples slogan. É uma declaração que clama por compreensão, empatia e ação. Ao encorajar a reflexão sobre identidade cultural, responsabilidade social e a celebração da diversidade, essa frase serve como um lembrete poderoso da importância de olharmos além das aparências e dos estereótipos.
Ao final, a verdadeira mensagem contida na frase é que todos nós somos parte de um grande mosaico humano. Cada peça é única, mas, juntas, formam uma imagem rica e complexa. Portanto, que possamos sempre lembrar que, ao conhecer e valorizar as diferenças, estamos contribuindo para um mundo mais justo, inclusivo e harmonioso. Que possamos, então, não apenas reconhecer que “isto não é o Bangladesh”, mas sim entender que, em muitos aspectos, somos todos interligados, e que cada um de nós, independentemente de onde venha, merece ser ouvido e respeitado.
Isto não é o Bangladesh!
segunda-feira, 25 de agosto de 2025
A caganeira que por cá vai
sábado, 23 de agosto de 2025
A campanha eleitoral já começou!?
A campanha eleitoral já começou!?. Pelo menos, já estamos a assistir à digladiação de argumentos.
Quais dos dois últimos mandatos fez mais, ou fez menos.
O argumento dos apoiantes e candidatos do mandato anterior (Dra Adelaide Teixeira) e actual candidato, Ricardo Romão, é o de que, o anterior mandato, reduziu a dívida, e deu origem a diversos projectos, já em fase de conclusão, e alguns iniciados. Argumentam ainda que, o actual executivo, "apenas se limitou" a dar continuidade e executar/concluir, esses mesmos projectos.
Os argumentos dos apoiantes do actual executivo, são os de entenderem, que não há "mal nenhum", em dar continuidades a esses mesmos projectos.
Claro que não há mal nenhum em dar continuidade a esses projectos, o contrário, isso sim, é que seria de criticar e até de responsabilizar o actual executivo, pela sua não execução.
O "problema" a meu ver, é o do actual executivo, ( Fermelinda Carvalho) não reconhecer, e até, o não ter convidado a presidente anterior, para a seu lado, fazerem as inaugurações, às conclusões dos projectos por esta iniciados ( Dra Adelaide Teixeira). Afinal as "obras" pertencem às duas.
Seria bonito, empático (palavra em moda) este convite.
Seria que a Sra engenheira Fermelinda Carvalho se sentia a "medo", inferiorizada, constrangida ou "ciumenta" com a presença da Dra Adelaide Teixeira. Ou seria/será, para nos iludir e ficarmos com a impressão/convencimento que, tais projectos, foram/são da sua iniciativa e conclusão?
Enquanto andarmos nesta "ciumeira", Portalegre, não evolui, não progride, não se estabeliza. Quando todos devíamos remar para o mesmo objectivo, fazer de Portalegre a cidade industrial que já foi, vamos ficando cada vez mais pobres, mais tacanhos, mais isolados. Ah! e não me venham com a desculpa, da autoestrada ou da estação mais perto da cidade. Todos sabemos que isso vai ser no dia de, "São nunca à tarde", como quase a barragem do pisão e do quartel da GNR.
Claro que, nesta campanha, vamos voltar a ouvir tudo isso de novo, "toca o disco e volta ao mesmo".
Mudem de disco, já é tempo. Por mais bonita que a música seja, ouvir sempre a mesma, CANSA.
Sinto-me à vontade para fazer, ou levantar tais dúvidas, até porque, a seu tempo, e sempre que achei oportuno, critiquei ou elogiei a anterior presidente.
Para esclarecimentos de todos nós, portalegrenses de nascimento ou do "coração", lanço o desafio aos candidatos do Clip, para discriminar todos os projectos que lançaram e deixaram em fase de conclusão e que a actual presidente, concluiu e inaugurou.
À actual presidente e candidata, que elenque, os projetos que foram totalmente por si projectados e concluídos.
E os outros candidatos, não têm nada a dizer? É hora. O comboio já está em andamento...ou entram agora, ou, quando entrarem já é tarde, nem na estação seguinte o apanharão...






























